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Passagem por Tiradentes – batuque, carneiros e implosão
02/02/2012 13:15 | Autor: Eduardo EscorelQuem tiver lido o post Desabamento e batuque, publicado sexta-feira passada (27/1/2012), terá notado a coincidência entre a imagem da “casa já antiga” que mal consegue se manter de pé, descrita por Jean Claude Bernardet, e o desabamento de três prédios no centro do Rio, na véspera do Seminário sobre a crítica, ocorrido na 15ª Mostra de Cinema de Tiradentes, para o qual o texto do Jean Claude serviu de inspiração — Leia o post completo.
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Desabamento e batuque
27/01/2012 15:58 | Autor: Eduardo EscorelReproduzo a seguir o texto que serviu de base para minha participação no Seminário Ideias e Perspectivas – Panorama crítico da crítica, realizado ontem (26/1) na 15ª Mostra de Cinema de Tiradentes, com a participação de Luiz Carlos Merten e Fábio Andrade, tendo como mediador Francis Volgner dos Reis. — Leia o post completo.
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A separação – da eloquência à mudez
25/01/2012 17:29 | Autor: Eduardo Escorel
Diante de um juiz de paz do qual só se ouve a voz, o casal argumenta, sentado lado a lado, apresentando suas razões para pleitear o divórcio. Próximos fisicamente, a incompreensão recíproca mantém marido e mulher a uma distância intransponível. É assim o primeiro plano – longo e fixo – de A separação, escrito e dirigido por Asghar Farhadi. — Leia o post completo.
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Sapatos, cachorros e liberdade de expressão
22/01/2012 22:21 | Autor: Paola Prestes
Colaboradora periódica, Paola Prestes faz a seguir o que ela mesma chama de “comparação à primeira vista talvez improvável” entre dois personagens, Joyce McKinney, de Tabloide, documentário dirigido por Errol Morris, e Jafar Panahi, de Isto não é um filme. [EE] — Leia o post completo.
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A pele que habito – o fim da Terra
12/01/2012 15:56 | Autor: Eduardo Escorel
Filmado em 2010 e lançado no ano passado, o tempo presente de A pele que habito, dirigido por Pedro Almodóvar, é situado no então futuro próximo – este ano de 2012. Incluindo também fatos ocorridos seis anos antes – em um passado recente, portanto –, o estranho caso do dr. Robert Ledgard, cirurgião plástico interpretado por Antonio Banderas, deixa de ser ficção científica situada em época remota para se tornar, na verdade, um filme de terror da atualidade. — Leia o post completo.
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As canções de Eduardo Coutinho
06/01/2012 14:07 | Autor: Eduardo Escorel
Uma cadeira vazia. Essa é a imagem final de As canções, documentário dirigido por Eduardo Coutinho – uma cadeira no palco nu, tendo ao fundo as dobras de uma cortina preta iluminada. — Leia o post completo.
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Werner Herzog – contador de histórias
22/12/2011 09:40 | Autor: Eduardo Escorel
Werner Herzog definiu a função do diretor de cinema como sendo análoga à “de um contador de histórias no mercado de Marraqueche rodeado por uma multidão”. E completou: “isso é o que eu sou – um contador de histórias”, negando além disso, mesmo no caso de documentários, a importância do espectador ser informado sobre fatos históricos relacionados ao assunto dos filmes. Daí o termo “documentário” vir sempre entre aspas no capítulo “Fato e verdade” de Herzog on Herzog, livro em forma de depoimento editado em 2002, no qual ele afirma ter o desejo de ser “um dos que terminem enterrando o cinema verdade para sempre”. Por cinema verdade, entenda-se cinema direto – gênero de documentário, surgido a partir do final da década de 1950, baseado na observação de eventos e personagens. — Leia o post completo.
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As regras do jogo – Cavalcanti, Kossakovsky e Forgács
16/12/2011 15:09 | Autor: Eduardo Escorel
Depois das famosas quatorze “normas de conduta” mandadas por Alberto Cavalcanti (1897–1982), em 1936 (ou teria sido em 1948, segundo a maioria das publicações?), aos jovens documentaristas dinamarqueses, pelo menos dois cineastas contemporâneos, um russo, outro húngaro, animaram-se a propor regras a serem seguidas para fazer documentários. — Leia o post completo.
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Forumdoc.bh – 15 anos singulares
09/12/2011 12:12 | Autor: Eduardo Escorel
Correndo o risco de ser injusto, por nunca ter ido à maioria deles, o que chama atenção, em primeiro lugar, no Festival do filme documentário e etnográfico de Belo Horizonte é ser organizado por um grupo de entusiastas por cinema, heterodoxos por convicção, entrosados com a Universidade Federal de Minas Gerais, capazes de dosar na medida justa cinefilia, antropologia e filosofia, além de editar um catálogo sempre primoroso gráficamente, trazendo textos inéditos em português como, neste ano, um dos primeiros estudos etnográficos de Jean Rouch, publicado em 1948. Isso para não mencionar a hospitalidade temperada de gentileza e simpatia mineiras. — Leia o post completo.
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Louise Brooks – paixão de montador
02/12/2011 08:50 | Autor: Eduardo Escorel
Estiveram em São Paulo, participando do simpósio A Pós-Produção Criativa, um grupo de montadoras e montadores cujos créditos incluem, entre outros, filmes de Ingmar Bergman, François Truffaut, Bernardo Bertolucci, Terry Gilliam e Kevin Macdonald – diretores que contaram com a colaboração decisiva de profissionais que continuam, em certa medida, anônimos. Quem saberia que Sylvia Ingemarsdotter, Yann Dedet, Roberto Perpignani, Mick Audsley e David Charap montaram filmes como Sonata de outono, Fanny&Alexander, Saraband, A história de Adele H., A noite americana, O último tango em Paris, Os 12 macacos, O mundo imaginário do Dr.Parnassus e A vida em um dia.
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