Estadão.com.br

Busca avançada





  • Edição 68
  • Edição 67
  • Edição 66
  • Edição 65
  • Edição 64
  • Edição 63
  • Edição 62
  • Edição 61
  • Edição 60
  • Edição 59
  • Edição 58
  • Edição 57
  • Edição 56
  • Edição 55
  • Edição 54
  • Edição 53
  • Edição 52
  • Edição 51
  • Edição 50
  • Edição 49
  • Edição 48
  • Edição 47
  • Edição 46
  • Edição 45
  • Edição 44
  • Edição 43
  • Edição 42
  • Edição 41
  • Edição 40
  • Edição 39
  • Edição 38
  • Edição 37
  • Edição 36
  • Edição 35
  • Edição 34
  • Edição 33
  • Edição 32
  • Edição 31
  • Edição 30
  • Edição 29
  • Edição 28
  • Edição 27
  • Edição 26
  • Edição 25
  • Edição 24
  • Edição 23
  • Edição 22
  • Edição 21
  • Edição 20
  • Edição 19
  • Edição 18
  • Edição 17
  • Edição 16
  • Edição 15
  • Edição 14
  • Edição 13
  • Edição 12
  • Edição 11
  • Edição 10
  • Edição 9
  • Edição 8
  • Edição 7
  • Edição 6
  • Edição 5
  • Edição 4
  • Edição 3
  • Edição 2
  • Edição 1


Podcast com a polonesa

Compartilhar:

13 de Janeiro de 2011 Marysia Wróblewska, que escreveu um diário na piauí_37, conversa com a jornalista Cristina Tardáguila

Marysia Wróblewska, de 22 anos, ou simplesmente Mária, assistiu ao filme Cidade de Deus, de Fernando Meirelles, na sua Polônia natal, quando concluía o ensino médio. Ficou fissurada. Obrigou namorado, familiares e amigos a vê-lo mais de uma vez. Escolheu graduar-se pelo departamento luso-brasileiro da Universidade de Varsóvia. Passou nove meses num programa de intercâmbio universitário no Algarve, em Portugal. E decidiu viajar até o Brasil para colher material para a sua tese de mestrado sobre o filme. Ficou um mês na cidade e aprendeu de cabeça o que é "miojinho". Clique no botão play logo abaixo para ouvir o bate-papo que ela teve com Cristina Tardáguila dois meses depois de retornar à Polônia.



Download
Visite a página da revista piauí no Orkut